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Matérias: Revista - Dirigente Lojista - Nº 08 - Agosto de 2002
Não é o caso do Magazine Luíza. Nos últimos
dois anos, a rede diminuiu significativamente seus índices
de rotatividade dos recursos humanos. Em 2000, caiu 15%, e em
2001, 17%. Nosso foco está em melhorar o processo
de recrutamento e seleção, capacitando os gestores
e cuidando da retenção dos talentos através
de uma política de remuneração variável
e de participação nos resultados. Além
disso, ainda procuramos incrementar a carteira de benefícios
e desenvolver um Plano de Carreira e Reconhecimento que valorize
os colaboradores, afirma Telma.
O funcionário motivado acaba se transformando num agente
de marketing da empresa em que trabalha. Pense, quantas pessoas
você já ouviu falando bem da empresa em que trabalham?
E falando mal? O público interno é formador
de opinião por excelência, ressalta Analisa.
Na avaliação da consultora, a visão compartilhada
é o melhor resultado que pode ser alcançado pelo
endomarketing. Isso significa fazer com que todos enxerguem
a gestão da empresa, o serviço que é prestado,
o mercado, a concorrência, tudo da mesma forma. A partir
dessa visão, todos trabalham com os mesmos objetivos,
processos e resultados, conclui Analisa.
Para Telma, do Magazine Luíza, ninguém motiva
ninguém. O que as organizações precisam
é criar um clima propício para que as pessoas
se automotivem e se autodesenvolvam. A gerente explica que uma
gestão participativa, voltada para a relação
ganha-ganha, terá muito mais chances de ter
uma equipe alinhada e motivada, que se comprometa com os objetivos
da empresa. Quando uma organização não
oferece este clima interno, provavelmente terá seus colaboradores
falando mal dela, alerta Telma.
Por isso, o endomarketing precisa ser encarado como uma doutrina
dentro da empresa. A recomendação é do
consultor Paulo Bertone, pós-graduado em marketing pela
Universidade da Flórida, nos Estados Unidos. Não
adianta fazer uma ação isolada, dar uma cesta
básica para o funcionário que alcançar
o maior índice de vendas e ponto final. O endomarketing
exige ações contínuas, alerta o consultor.
Outra condição é o comprometimento de toda
a equipe, do presidente ao office-boy. Não adianta
ter um ótimo programa de endomarketing se o presidente
grita com seus empregados e não cumprimenta os subalternos,
afirma Bertone.
Retorno rápido
Segundo o consultor, o retorno de uma política de marketing
interno é rápido. Geralmente em três meses
já é possível perceber o envolvimento dos
funcionários e a melhoria dos resultados. Os custos,
na avaliação de Bertone, são pequenos se
comparados a outras ações de marketing. Ele garante
que é muito mais barato, por exemplo, implantar um trabalho
de endomarketing do que enviar uma mala-direta para os clientes
externos. E o resultado é muito maior. Quantas
vezes você já viu campanhas lindas e ao chegar
na loja encontrou um vendedor mal preparado? Isso é jogar
dinheiro fora, afirma o consultor.
O que está cada vez mais claro é que o marketing
não vai sobreviver sem o endomarketing, ou seja, não
adianta criar campanhas atrativas de preço baixo e bom
atendimento se o vendedor não estiver motivado para encantar
o cliente da sua loja. Portanto, da próxima vez que você
for traçar uma estratégia de crescimento para
o seu negócio, não esqueça de incluir ações
permanentes de motivação de seus colaboradores.
Afinal, o objetivo final do endomarketing não é
beneficiar o empregado, mas obter o lucro, que só virá
com a satisfação do cliente final.
Não é o caso do Magazine Luíza. Nos últimos dois anos, a rede diminuiu significativamente seus índices de rotatividade dos recursos humanos. Em 2000, caiu 15%, e em 2001, 17%. “Nosso foco está em melhorar o processo de recrutamento e seleção, capacitando os gestores e cuidando da retenção dos talentos através de uma política de remuneração variável e de participação nos resultados. Além disso, ainda procuramos incrementar a carteira de benefícios e desenvolver um Plano de Carreira e Reconhecimento que valorize os colaboradores”, afirma Telma.
O funcionário motivado acaba se transformando num agente de marketing da empresa em que trabalha. Pense, quantas pessoas você já ouviu falando bem da empresa em que trabalham? E falando mal? “O público interno é formador de opinião por excelência”, ressalta Analisa. Na avaliação da consultora, a visão compartilhada é o melhor resultado que pode ser alcançado pelo endomarketing. “Isso significa fazer com que todos enxerguem a gestão da empresa, o serviço que é prestado, o mercado, a concorrência, tudo da mesma forma. A partir dessa visão, todos trabalham com os mesmos objetivos, processos e resultados”, conclui Analisa.
Para Telma, do Magazine Luíza, ninguém motiva ninguém. O que as organizações precisam é criar um clima propício para que as pessoas se automotivem e se autodesenvolvam. A gerente explica que uma gestão participativa, voltada para a relação “ganha-ganha”, terá muito mais chances de ter uma equipe alinhada e motivada, que se comprometa com os objetivos da empresa. “Quando uma organização não oferece este clima interno, provavelmente terá seus colaboradores falando mal dela”, alerta Telma.
Por isso, o endomarketing precisa ser encarado como uma doutrina dentro da empresa. A recomendação é do consultor Paulo Bertone, pós-graduado em marketing pela Universidade da Flórida, nos Estados Unidos. “Não adianta fazer uma ação isolada, dar uma cesta básica para o funcionário que alcançar o maior índice de vendas e ponto final. O endomarketing exige ações contínuas”, alerta o consultor. Outra condição é o comprometimento de toda a equipe, do presidente ao office-boy. “Não adianta ter um ótimo programa de endomarketing se o presidente grita com seus empregados e não cumprimenta os subalternos”, afirma Bertone.
Retorno rápido
Segundo o consultor, o retorno de uma política de marketing interno é rápido. Geralmente em três meses já é possível perceber o envolvimento dos funcionários e a melhoria dos resultados. Os custos, na avaliação de Bertone, são pequenos se comparados a outras ações de marketing. Ele garante que é muito mais barato, por exemplo, implantar um trabalho de endomarketing do que enviar uma mala-direta para os clientes externos. E o resultado é muito maior. “Quantas vezes você já viu campanhas lindas e ao chegar na loja encontrou um vendedor mal preparado? Isso é jogar dinheiro fora”, afirma o consultor.
O que está cada vez mais claro é que o marketing não vai sobreviver sem o endomarketing, ou seja, não adianta criar campanhas atrativas de preço baixo e bom atendimento se o vendedor não estiver motivado para encantar o cliente da sua loja. Portanto, da próxima vez que você for traçar uma estratégia de crescimento para o seu negócio, não esqueça de incluir ações permanentes de motivação de seus colaboradores. Afinal, o objetivo final do endomarketing não é beneficiar o empregado, mas obter o lucro, que só virá com a satisfação do cliente final.
Não é o caso do Magazine Luíza. Nos últimos dois anos, a rede diminuiu significativamente seus índices de rotatividade dos recursos humanos. Em 2000, caiu 15%, e em 2001, 17%. “Nosso foco está em melhorar o processo de recrutamento e seleção, capacitando os gestores e cuidando da retenção dos talentos através de uma política de remuneração variável e de participação nos resultados. Além disso, ainda procuramos incrementar a carteira de benefícios e desenvolver um Plano de Carreira e Reconhecimento que valorize os colaboradores”, afirma Telma.
O funcionário motivado acaba se transformando num agente de marketing da empresa em que trabalha. Pense, quantas pessoas você já ouviu falando bem da empresa em que trabalham? E falando mal? “O público interno é formador de opinião por excelência”, ressalta Analisa. Na avaliação da consultora, a visão compartilhada é o melhor resultado que pode ser alcançado pelo endomarketing. “Isso significa fazer com que todos enxerguem a gestão da empresa, o serviço que é prestado, o mercado, a concorrência, tudo da mesma forma. A partir dessa visão, todos trabalham com os mesmos objetivos, processos e resultados”, conclui Analisa.
Para Telma, do Magazine Luíza, ninguém motiva ninguém. O que as organizações precisam é criar um clima propício para que as pessoas se automotivem e se autodesenvolvam. A gerente explica que uma gestão participativa, voltada para a relação “ganha-ganha”, terá muito mais chances de ter uma equipe alinhada e motivada, que se comprometa com os objetivos da empresa. “Quando uma organização não oferece este clima interno, provavelmente terá seus colaboradores falando mal dela”, alerta Telma.
Por isso, o endomarketing precisa ser encarado como uma doutrina dentro da empresa. A recomendação é do consultor Paulo Bertone, pós-graduado em marketing pela Universidade da Flórida, nos Estados Unidos. “Não adianta fazer uma ação isolada, dar uma cesta básica para o funcionário que alcançar o maior índice de vendas e ponto final. O endomarketing exige ações contínuas”, alerta o consultor. Outra condição é o comprometimento de toda a equipe, do presidente ao office-boy. “Não adianta ter um ótimo programa de endomarketing se o presidente grita com seus empregados e não cumprimenta os subalternos”, afirma Bertone.
Retorno rápido
Segundo o consultor, o retorno de uma política de marketing interno é rápido. Geralmente em três meses já é possível perceber o envolvimento dos funcionários e a melhoria dos resultados. Os custos, na avaliação de Bertone, são pequenos se comparados a outras ações de marketing. Ele garante que é muito mais barato, por exemplo, implantar um trabalho de endomarketing do que enviar uma mala-direta para os clientes externos. E o resultado é muito maior. “Quantas vezes você já viu campanhas lindas e ao chegar na loja encontrou um vendedor mal preparado? Isso é jogar dinheiro fora”, afirma o consultor.
O que está cada vez mais claro é que o marketing não vai sobreviver sem o endomarketing, ou seja, não adianta criar campanhas atrativas de preço baixo e bom atendimento se o vendedor não estiver motivado para encantar o cliente da sua loja. Portanto, da próxima vez que você for traçar uma estratégia de crescimento para o seu negócio, não esqueça de incluir ações permanentes de motivação de seus colaboradores. Afinal, o objetivo final do endomarketing não é beneficiar o empregado, mas obter o lucro, que só virá com a satisfação do cliente final.
Não é o caso do Magazine Luíza. Nos últimos dois anos, a rede diminuiu significativamente seus índices de rotatividade dos recursos humanos. Em 2000, caiu 15%, e em 2001, 17%. “Nosso foco está em melhorar o processo de recrutamento e seleção, capacitando os gestores e cuidando da retenção dos talentos através de uma política de remuneração variável e de participação nos resultados. Além disso, ainda procuramos incrementar a carteira de benefícios e desenvolver um Plano de Carreira e Reconhecimento que valorize os colaboradores”, afirma Telma.
O funcionário motivado acaba se transformando num agente de marketing da empresa em que trabalha. Pense, quantas pessoas você já ouviu falando bem da empresa em que trabalham? E falando mal? “O público interno é formador de opinião por excelência”, ressalta Analisa. Na avaliação da consultora, a visão compartilhada é o melhor resultado que pode ser alcançado pelo endomarketing. “Isso significa fazer com que todos enxerguem a gestão da empresa, o serviço que é prestado, o mercado, a concorrência, tudo da mesma forma. A partir dessa visão, todos trabalham com os mesmos objetivos, processos e resultados”, conclui Analisa.
Para Telma, do Magazine Luíza, ninguém motiva ninguém. O que as organizações precisam é criar um clima propício para que as pessoas se automotivem e se autodesenvolvam. A gerente explica que uma gestão participativa, voltada para a relação “ganha-ganha”, terá muito mais chances de ter uma equipe alinhada e motivada, que se comprometa com os objetivos da empresa. “Quando uma organização não oferece este clima interno, provavelmente terá seus colaboradores falando mal dela”, alerta Telma.
Por isso, o endomarketing precisa ser encarado como uma doutrina dentro da empresa. A recomendação é do consultor Paulo Bertone, pós-graduado em marketing pela Universidade da Flórida, nos Estados Unidos. “Não adianta fazer uma ação isolada, dar uma cesta básica para o funcionário que alcançar o maior índice de vendas e ponto final. O endomarketing exige ações contínuas”, alerta o consultor. Outra condição é o comprometimento de toda a equipe, do presidente ao office-boy. “Não adianta ter um ótimo programa de endomarketing se o presidente grita com seus empregados e não cumprimenta os subalternos”, afirma Bertone.
Retorno rápido
Segundo o consultor, o retorno de uma política de marketing interno é rápido. Geralmente em três meses já é possível perceber o envolvimento dos funcionários e a melhoria dos resultados. Os custos, na avaliação de Bertone, são pequenos se comparados a outras ações de marketing. Ele garante que é muito mais barato, por exemplo, implantar um trabalho de endomarketing do que enviar uma mala-direta para os clientes externos. E o resultado é muito maior. “Quantas vezes você já viu campanhas lindas e ao chegar na loja encontrou um vendedor mal preparado? Isso é jogar dinheiro fora”, afirma o consultor.
O que está cada vez mais claro é que o marketing não vai sobreviver sem o endomarketing, ou seja, não adianta criar campanhas atrativas de preço baixo e bom atendimento se o vendedor não estiver motivado para encantar o cliente da sua loja. Portanto, da próxima vez que você for traçar uma estratégia de crescimento para o seu negócio, não esqueça de incluir ações permanentes de motivação de seus colaboradores. Afinal, o objetivo final do endomarketing não é beneficiar o empregado, mas obter o lucro, que só virá com a satisfação do cliente final.
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